Depois das emoções do desembarque, ao largo, e transportados em lanchas, a noite fora curta e mal dormida, nas excelentes instalações para os Sargentos solteiros do CTI de S. Tomé e Príncipe.

- Ó nossos Furriéis, venham cá”!
Voltámo-nos e demos de caras com o olhar zangado de um Capitão, a quem nos dirigimos, de pronto.
Com a continência o mais aprumada possível de quem cumprira a recruta uns meses atrás, saudámos o oficial
- Bom dia, meu Capitão!
Retribuindo a saudação, continuou:
- Bom dia. Maçaricos, hein?! A pensar que isto é tudo vosso… Podem seguir… E que não torne a acontecer.
Já menos entusiasmados, seguimos para o que havia de ser o nosso local de trabalho, até quinze de Junho de 1968.
- Quem era o Capitão, assim, assim…?
- Ui!!! O Capitão Luz de Almeida… Não deixa passar uma. E logo em frente à “casa” dele, a CAÇ7 de que é o comandante?!
O Destino fora-nos grato. Noutras partes de África, companheiros e amigos nossos lutavam para sobreviverem e os Capitães não estariam, assim, tão interessados no ”bater da pala”…
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